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Nunca escutei voz de gente. / Em verdade sou muito pobre. - Carlos Drummond de Andrade
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Fernando Botto Semedo
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Poemas escritos por abismos sem fim, na
Minha alma, através da luz das minhas
Lágrimas, buscando a infância velha
Por naves desmedidas e finais, sangrando
Para sempre a sombra.
Fernando Botto Semedo
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