Nunca escutei voz de gente. / Em verdade sou muito pobre. - Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Árvores
O vento inebriado
O piar de certos pássaros
O jardim
O olhar que vai dar continuamente Ao horizonte
As paredes vetustas
Rosas iluminando O desmaiar lentíssimo Da tarde
The Stone Bar
Pilton
19 de Agosto 97
Alberto de Lacerda
s#6
1 comentário:
Anónimo
disse...
a descrição de um belo cenário mas acho q falta + qq coisa neste poema, não sei...apetecia ler + e não sendo um poetrix... é como se nos incitasse a viajar mas não nos fizesse viajar, entende Ricardo?é só uma interpretação pessoal/subjectiva, é claro!
1 comentário:
a descrição de um belo cenário mas acho q falta + qq coisa neste poema, não sei...apetecia ler + e não sendo um poetrix...
é como se nos incitasse a viajar mas não nos fizesse viajar, entende Ricardo?é só uma interpretação pessoal/subjectiva, é claro!
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